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Meu blog de teste 6

Infinito Amor!

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Porque Deus amou o mundo de tal maneira que o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.

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Porque Deus amou o mundo de tal maneira que o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.

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Autor

Porque Deus amou o mundo de tal maneira que o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.

Jesus de Nazaré



Autor

Jesus de Nazaré

Porque Deus amou o mundo de tal maneira que o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.



Eu, na verdade, vos batizo em água, na base do arrependimento; mas aquele que vem após mim é mais poderoso do que eu, que nem sou digno de levar-lhe as alparcas; ele vos batizará no Espírito Santo, e em fogo
Se há um texto que tem gerado muita polêmica no meio cristão é o texto de Mateus 3:11 que trata do "batismo com Espírito Santo e com fogo". Muitos dizem que o batismo com o Espírito Santo e com fogo é uma dotação de poder que vem da parte de Deus sobre todo aquele que crê. Já outros dizem que o batismo com o Espírito Santo não pode ser a mesma coisa que o batismo com fogo.

Afinal de contas que fogo é este? O que é ser batizado com o Espírito e com fogo?

Segundo a hermenêutica bíblica (a arte da interpretação das Escrituras) há fatores importantes que devem ser levados em conta quando analisamos um texto sagrado.

No intuito de se preservar a ortodoxia dos ensinamentos bíblicos, desenvolveu-se na hermenêutica bíblica, uma série de regras para “nortear” o estudo da interpretação. Por exemplo: conhecer o ‘autor’, o ‘porque escreveu’ e o ‘para quem escreveu’, são ferramentas valiosíssimas para uma boa compreensão do texto.

Vamos analisar, então, o texto de Mateus 3:11 segundo algumas das principais leis da hermenêutica sacra: a lei do contexto, a lei dos textos paralelos e a lei do autor como determinante do significado do texto.

1. Lei do contexto

O contexto é o "lugar" onde o versículo em questão está inserido. É uma análise de qual tema ou assunto está sendo abordado nos versículos anteriores e posteriores ao texto em estudo. Algumas vezes, para um melhor entendimento do contexto é necessário analisar todo o capítulo ou todo o livro em que o versículo está inserido. Outras vezes a Bíblia como um todo é o contexto que deve ser levado em consideração. Costuma-se dizer que um versículo deve concordar com toda a Bíblia e toda a Bíblia deve concordar com um versículo. Mas na maioria das vezes o contexto imediato (os versículos anteriores e posteriores) já nos traz o entendimento necessário.

Vamos analisar o contexto imediato de Mateus 3:11

v.10 - E também agora está posto o machado à raiz das árvores; toda a árvore, pois, que não produz bom fruto, é cortada e lançada no fogo.

v.11 - E eu, em verdade, vos batizo com água, para o arrependimento; mas aquele que vem após mim é mais poderoso do que eu; cujas alparcas não sou digno de levar; ele vos batizará com o Espírito Santo, e com fogo.

v.12 - Em sua mão tem a pá, e limpará a sua eira, e recolherá no celeiro o seu trigo, e queimará a palha com fogo que nunca se apagará

Lendo esta passagem podemos perceber que no versículo 10 João Batista fala do fogo onde é jogada toda a árvore que não produz bom fruto, uma clara referência ao juízo de Deus sobre todos os que não se arrependem de seus pecados. A árvore que não produz bom fruto (o fruto digno de arrependimento – v.8) é cortada e lançada no fogo (indiscutivelmente o fogo do juízo, para onde vão todos os que não se arrependem de seus pecados).

Em seguida, João Batista fala dos batismos:

v.11 - E eu, em verdade, vos batizo com água, para o arrependimento; mas aquele que vem após mim é mais poderoso do que eu; cujas alparcas não sou digno de levar; ele vos batizará com o Espírito Santo, e com fogo.
João contrasta a natureza física de seu batismo (com água), com a natureza espiritual do batismo de Jesus (com o Espírito e com fogo). A grande diferença é que João Batista não tinha condições de discernir os corações dos homens e, assim, batizava a todos que vinham até ele, sem qualquer distinção; por isso exortava: Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento. Já o Senhor Jesus conhece nossas intenções e, portanto, faz uma distinção: para os arrependidos há o batismo com o Espírito Santo; para os não arrependidos há o batismo com fogo.

Cristo é quem batiza os arrependidos com o Espírito Santo e é, também, quem batiza os não arrependidos com fogo (fogo de juízo; de condenação).

O versículo 12 nos dá uma claríssima explicação desta verdade:

v.12 - Em sua mão tem a pá, e limpará a sua eira, e recolherá no celeiro o seu trigo, e queimará a palha com fogo que nunca se apagará
Cristo tem a pá em sua mão, Ele mesmo recolherá o seu trigo (os arrependidos) e, Ele mesmo queimará a palha (os não arrependidos) no fogo que nunca se apaga (fogo de tormento eterno – Ap 20:10-15).

Portanto fica muito claro pelo contexto imediato que o batismo com fogo de Mateus 3:11 é um batismo de juízo e não uma dotação de poder. Toda árvore que não produz o bom fruto (de arrependimento) é cortada e lançada no fogo (v10), assim como toda a palha que o Senhor Jesus limpar de sua eira (v12).
Diante da clareza que o contexto imediato nos traz, nem seria necessário citar outros argumentos, mas afim de esclarecermos o melhor possível esta polêmica, analisaremos agora Mateus 3:11 segundo a lei dos textos paralelos.

2. Lei dos textos paralelos

Esta lei define que um texto deve ser interpretado com o auxílio de outros textos que tratam do mesmo assunto.

Em Mateus 3:1-12 vemos que João Batista surgiu no deserto, pregando o arrependimento e batizando todos da Judéia e circunvizinhança. O texto em estudo (v.11) faz parte do discurso de João Batista. O que motivou este discurso onde o texto em questão está inserido? A resposta está no versículo 7:

v.7a - E, vendo ele muitos dos fariseus e dos saduceus, que vinham ao seu batismo, dizia-lhes...
O motivo que levou João Batista a pronunciar tais palavras foi a presença dos fariseus e saduceus.

E qual foi o teor de sua mensagem? Foi, claramente, uma advertência sobre a necessidade de real arrependimento e as consequências do não arrependimento:

v.7b – ...Raça de víboras, quem vos ensinou a fugir da ira futura?

v.8 – Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento,

v.10 – E também agora está posto o machado à raiz das árvores; toda a árvore, pois, que não produz bom fruto, é cortada e lançada no fogo

Encontramos os textos paralelos deste episódio em: Marcos 1:4-8; Lucas 3:2-3, 7-9, 16-17 e João 1:29-33.

Em Marcos 1:4-8 lemos:

v.4 – Apareceu João batizando no deserto, e pregando o batismo de arrependimento, para remissão dos pecados.

v.5 – E toda a província da Judéia e os de Jerusalém iam ter com ele; e todos eram batizados por ele no rio Jordão, confessando os seus pecados.

v.6 – E João andava vestido de pêlos de camelo, e com um cinto de couro em redor de seus lombos, e comia gafanhotos e mel silvestre.

v.7 – E pregava, dizendo: Após mim vem aquele que é mais forte do que eu, do qual não sou digno de, abaixando-me, desatar a correia das suas alparcas.

v.8 – Eu, em verdade, tenho-vos batizado com água; ele, porém, vos batizará com o Espírito Santo".

Notem que o evangelista Marcos não cita a presença dos fariseus e saduceus, nem tampouco traz a pregação de advertência descrita em Mateus 3:7-10,12. Marcos deu ênfase a mensagem pregada aos arrependidos, logo, apenas contrastou a natureza de seu batismo, com a natureza do batismo de Cristo:

v.8 – Eu, em verdade, tenho-vos batizado com água; ele, porém, vos batizará com o Espírito Santo.
Não citando os fariseus e saduceus, omitiu-se o “fogo”.

Em Lc 3:2-3,7-9,16-17 lemos:

v.2 – Sendo Anás e Caifás sumos sacerdotes, veio no deserto a palavra de Deus a João, filho de Zacarias.

v.3 – E percorreu toda a terra ao redor do Jordão, pregando o batismo de arrependimento, para o perdão dos pecados; E toda a carne verá a salvação de Deus.

v.7 – Dizia, pois, João à multidão que saía para ser batizada por ele: Raça de víboras, quem vos ensinou a fugir da ira que está para vir?

v.8 – Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento, e não comeceis a dizer em vós mesmos: Temos Abraão por pai; porque eu vos digo que até destas pedras pode Deus suscitar filhos a Abraão.

v.9 – E também já está posto o machado à raiz das árvores; toda a árvore, pois, que não dá bom fruto, corta-se e lança-se no fogo.

v.16 – Respondeu João a todos, dizendo: Eu, na verdade, batizo-vos com água, mas eis que vem aquele que é mais poderoso do que eu, do qual não sou digno de desatar a correia das alparcas; esse vos batizará com o Espírito Santo e com fogo.

v.17 – Ele tem a pá na sua mão; e limpará a sua eira, e ajuntará o trigo no seu celeiro, mas queimará a palha com fogo que nunca se apaga

Notem que o evangelista Lucas, embora não faça menção dos fariseus e dos saduceus, descreveu todo o rigoroso discurso de advertência de João Batista. Isso deixa claro que Lucas apresentou a mensagem de João direcionada aos arrependidos e não arrependidos. Sendo assim ele descreve as palavras de João da seguinte forma:

v.16 – Respondeu João a todos, dizendo: Eu, na verdade, batizo-vos com água, mas eis que vem aquele que é mais poderoso do que eu, do qual não sou digno de desatar a correia das alparcas; esse vos batizará com o Espírito Santo e com fogo.

Lucas descreve a árvore que não produz bom fruto e é queimada no fogo; descreve a palha que é queimada no fogo que nunca se apaga e, portanto, descreveu a natureza do batismo para os não arrependidos (com fogo).

Em Jo 1:29-33 temos:

v.29 – No dia seguinte João viu a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.

v.30 – Este é aquele do qual eu disse: Após mim vem um homem que é antes de mim, porque foi primeiro do que eu.

v.31 – E eu não o conhecia; mas, para que ele fosse manifestado a Israel, vim eu, por isso, batizando com água.

v.32 – E João testificou, dizendo: Eu vi o Espírito descer do céu como pomba, e repousar sobre ele.

v.33 – E eu não o conhecia, mas o que me mandou a batizar com água, esse me disse: Sobre aquele que vires descer o Espírito, e sobre ele repousar, esse é o que batiza com o Espírito Santo.

O apóstolo e evangelista João, traz a descrição sobre o batismo de Jesus, para o dia seguinte do interrogatório de João Batista pelos fariseus (v.29). Analisando os quatro evangelhos (que não são contraditórios, mas sim complementares) percebemos que, num dia, João Batista vendo que os fariseus e saduceus vinham ao seu batismo, fez o discurso de advertência. Ainda neste dia João Batista foi interrogado pelos fariseus (Jo 1:19-28) e, no dia seguinte, Jesus veio para ser batizado. Nesta ocasião o Evangelho de João não menciona a presença dos fariseus e é onde encontramos a confirmação de João Batista:

v.33 – E eu não o conhecia, mas o que me mandou a batizar com água, esse me disse: Sobre aquele que vires descer o Espírito, e sobre ele repousar, esse é o que batiza com o Espírito Santo.
Não havendo a presença dos fariseus e saduceus, não há advertências, nem, tampouco, “o batismo com fogo”.

Portanto, pela lei dos textos paralelos podemos concluir que “fogo” denota juízo e, por isso, está sempre associado a mensagem de advertência pela presença dos fariseus e saduceus (que foram, também, duramente advertidos por Jesus, por serem hipócritas – Mt 23).

Agora vamos fazer uma breve análise segundo o princípio hermenêutico do “autor como elemento determinante do significado”

3. Lei do autor

Sempre que possível, deve-se comparar os outros escritos do mesmo autor do texto em estudo. Além disso, é bom lembrar que os autores bíblicos escreveram seus livros em épocas diferentes, em lugares diferentes, sob circunstâncias diferentes, por isso, comparar os escritos de autores que viveram em épocas semelhantes também pode ajudar na interpretação de um texto.

Segundo este princípio, faremos uma comparação dos escritos de Lucas que tratam deste assunto.

Com já vimos anteriormente, no Evangelho segundo Lucas encontramos a pregação de advertência de João Batista e, consequentemente, a distinção dos “batismos” (com o Espírito Santo e com fogo). Se analisarmos o livro dos Atos dos Apóstolos, também de autoria de Lucas, encontraremos no capítulo 1 a promessa do batismo por Jesus. E assim foi descrita:

“Porque, na verdade, João batizou com água, mas vós sereis batizados com o Espírito Santo, não muito depois destes dias” (Atos 1:5)
Aqui cabe a pergunta: Por que o evangelista Lucas disse em seu evangelho que seriam batizados com o Espírito Santo e com fogo, mas em Atos disse sereis batizados com o Espírito Santo somente?

A resposta, mais uma vez, gira em torno da questão: “quem eram os seus ouvintes?”

No Evangelho, Lucas menciona que João Batista se dirigiu à multidão que vinha se batizar e sabemos pelos textos paralelos que seu discurso foi motivado pela presença dos fariseus e saduceus em meio à multidão. Já no livro de Atos, o discurso foi dirigido aos fiéis discípulos de Jesus que o viram ressurreto. Estas ocorrências, mais uma vez, apontam para a aplicação de “juízo” à palavra “fogo”. Quando a mensagem foi dirigida aos arrependidos e não arrependidos, a afirmação foi sereis batizados com o Espírito Santo e com fogo; quando a mensagem dirigia-se somente aos arrependidos, a afirmação foi sereis batizados com o Espírito Santo.

Além deste versículo há ainda a descrição das palavras do apóstolo Pedro sobre esta questão:

"E, quando comecei a falar, caiu sobre eles o Espírito Santo, como também sobre nós ao princípio. E lembrei-me do dito do Senhor, quando disse: João certamente batizou com água; mas vós sereis batizados com o Espírito Santo" (Atos 11:15-16)
Mais uma vez, quando os ouvintes são pessoas arrependidas, a descrição é e sereis batizados com o Espírito Santo, somente.

É isso.

Conclusão

Como verificamos, tanto o contexto, quanto os textos paralelos e a análise do autor como determinante do significado, remetem ao “fogo do juízo” (o fogo que nunca se apaga) o significado do termo “fogo” em Mateus 3:11. Jesus é quem batiza com o Espírito e também quem batizará com fogo do juízo.

Ricardo Gondim




Chega de prometer bênção. Não dá mais para aguentar tanta promessa de bênção. Como continuar ouvindo pastores a distribuir riqueza, felicidade e proteção divina em cada culto? Milagres, segundo o que dizem, chegam para todos, aos borbotões. Alcançar patamares superiores por meio de um benefício divino tornou-se quase uma obsessão. Evangélicos no Brasil, principalmente, ganharam uma voracidade incrível por socorros vindos do além. Promete-se tanta riqueza, tanta saúde física e tanto bem estar que, pelo número de campanhas de oração, o país já devia ter melhorado em vários índices de qualidade de vida. Pastores produzem tantas maravilhas que eles mesmos ficam sob suspeita. Já daria para esperar maior distribuição da renda nacional; e quem sabe, menos fila nos hospitais...

Chega de prometer bênção. A espiritualidade cristã com suas orações, ritos e expectativas não gira em torno da gula de receber benefícios celestiais. A ênfase dos evangelhos não se resume a um só tema. Jesus lembrou os primeiros discípulos que antes deles se preocuparem em salvar a vida, precisariam estar dispostos a perdê-la (Marcos 8:35). A grandeza de uma causa não é determinada pelo que seus seguidores ganham ao segui-la, mas pelo preço que eles se dispõem a pagar por ela.

Chega de prometer bênção. Os auditórios lotados de pessoas ávidas por receber uma vantagem sobre os demais favorecem egocentrismo. Há pouco vi um adesivo no vidro traseiro de um carro que dizia: Presente de Deus. Pensei, imediatamente: Por que Deus se mobilizaria para presentear apenas um dos seus apaniguados, mas não se incomoda em dar transporte público de qualidade para milhões de outras pessoas? Avidez espiritual cria o ciclo vicioso de quanto mais alguém promete, mais tem gente querendo receber. E essa roda não para nunca. O salmo 106 denuncia o comportamento dos judeus no tempo da libertação do cativeiro egípcio. Depois de um livramento, o povo parecia não se saciar. A cada sinal, cobrava mais uma intervenção sobrenatural. O fascínio pela próxima intervenção divina transformou-se em cobiça. O versículo 15 trás uma dura sentença: Deus concedeu-lhes o que pediram, mas fez definhar-lhes a alma.

Chega de prometer bênção. A Bíblia não pode ser encolhida a um estojo repleto de afirmações otimistas. Para legitimar o discurso ufanista e prático, a maioria dos pastores cita textos convenientemente sacados do Antigo Testamento; servem apenas as promessas espetaculares do período anterior ao exílio. Alguns chegam a dizer que o Eclesiastes, com sua abordagem crua, não devia sequer constar entre os livros sagrados. Esses sermões, que procuram enfatizar bênçãos, deixam de lado textos contundentes do Novo Testamento. Em muitos, os cristãos são convocados a enfrentar um mundo violento e doloroso. Jesus não dourou a pílula para os que ousavam segui-lo. Ele jamais encobriu a verdade ao advertir: No mundo, vocês vão passar por aflições (João 16:33). Paulo também lembrou os primeiros cristãos que eles não podiam fantasiar que viveriam numa redoma de prosperidade: E, tendo anunciado o Evangelho naquela cidade e feito muito discípulos, voltaram… fortalecendo a alma dos discípulos, exortando-os a permanecer firmes na fé; e mostrando que, por meio de muitas tribulações, nos importa entrar no reino de Deus (Atos 14:21-22). O Apocalipse deixou claro que era preciso coragem: Não tenha medo das coisas que você terá de sofrer (Apocalipse 2:10).

Chega de prometer bênção. Na narrativa sobre a tentação de Jesus (Mateus 4) quem se obriga verbalmente a dar tudo, se for adorado, é o diabo. A espiritualidade judaico-cristã não se estabeleceu na lógica do utilitarismo. Deus não busca relacionamento baseado naquilo que ele pode dar. Todo o amor só se estabelece na gratuidade, e em admiração mútua – inclusive o divino. No livro de Jó, Satanás fez uma acusação gravíssima contra Deus. O acusador tentou dizer que Deus só é amado porque suborna os filhos: Porventura, Jó teme a Deus de graça? (Jó 1:9). A narrativa poética do livro ensina que, de fato, o Senhor não era amado por suas inúmeras bênçãos sobre a vida e a família de Jó.

Os milagres carregam em si uma terrível consequência, condicionam a fé à comodidade e ao proveito. O ladrão da cruz pediu um derradeiro milagre – seguramente necessário – em proveito próprio. Se saísse daquela condição, ele teria uma prova de que Jesus era de fato o filho de Deus. O ladrão condicionou a fé a um salvamento pessoal. Crer seria uma espécie de gorjeta que o mau ladrão devolveria aos pés de Jesus, caso escapasse da morte. Jesus não lhe dá ouvidos. Se, na derradeira hora, ele não percebesse o maior de todos os milagres – Deus morrendo numa cruz – um alívio temporário não bastaria para lhe convencer de nada.

Chega de prometer bênção. A virtude cristã que se deve buscar prioritariamente é a justiça. No Sermão da Montanha, só os que têm fome e sede de justiça serão fartos (Mateus 5:6). Quando o cristianismo destaca a promoção da justiça, todas as demais bênçãos se tornam secundárias (Mateus 6:33). Aliás, não existe pregação legitimamente evangélica sem a busca do que chamamos de liberdade, direito, gentileza, solidariedade. A vida. O reino de Deus não é comida, nem bebida, mas justiça e paz e alegria no Espírito Santo (Romanos 14:1).

Quem alardeia milagre é charlatão, mero propagandista de um produto falsificado. Antes de saírem à cata de privilégios, os crentes deviam lutar para que se cumpra na vida deles, Isaías 61:3: A fim de que se chamem carvalhos de justiça, plantados pelo Senhor para a sua glória.

Soli Deo Gloria

Pr. Ricardo Gondim

Fonte: www.ricardogondim.com.br
Em uma pequena cidade habitava um prisioneiro descontrolado. Dada a sua agressividade sobrevivia isolado do mundo, ninguém ousava se aproximar dele. Um viajante, homem sábio, justo e de bom coração, navegou até lá. Ele foi ao encontro do excluído criminoso. Tão logo o sábio desembarcara, fora recebido pela vil criatura (ninguém mais o enxergava como gente)...
Em uma pequena cidade habitava um prisioneiro descontrolado. Dada a sua agressividade sobrevivia isolado do mundo, ninguém ousava se aproximar dele.

Um viajante, homem sábio, justo e de bom coração, navegou até lá. Ele foi ao encontro do excluído criminoso.

Tão logo o sábio desembarcara, fora recebido pela vil criatura (ninguém mais o enxergava como gente). O encontro foi chocante, mas a paz que o sábio homem carregava subjugou toda a violência do sanguinário malfeitor. O sábio era um especialista em restauração de vidas...

Aquele ser, outrora repugnante, agora era de novo um homem. Estava livre, limpo, com seus pensamentos ordenados. Fora restaurado!

Mas no processo de cura algo fugiu à normalidade. Uma grande vara de porcos (cerca de dois mil) se perdeu, morreram afogados.

Os criadores dos porcos, vendo o homem agora são, reestabelecido e os porcos que se perderam, ficaram furiosos e não demorou até que inflamassem toda a cidade.

O desfecho da história fora trágico. O bondoso sábio fora expulso, a despeito do bem feito ao homem e de tudo o mais o que ele ainda poderia fazer naquela região.

Aquele povo esteve diante de uma decisão e ao ponderar entre o valor da vida humana e os benefícios cedidos à ela e, o valor da vida dos bichos, o povo escolheu os bichos. Entre o bom e sábio homem e os porcos, eles escolheram os porcos!

(História verídica. Leiam em Marcos:5:1-17)
Foi da vontade de Deus que o homem não permanecesse só. Por isso, Deus instituiu o casamento. E para completar o homem, Deus criou a mulher. Deus formou a mulher das costelas do homem (Gn 2:21), para que fosse parte dele; deste modo o homem não está completo sem a sua mulher, nem tampouco a mulher sem seu marido. Em sua infinita sabedoria, Deus fez que homem e mulher se dependessem mutuamente, para que ninguém, por força, impusesse autoridade sobre o outro:

“Todavia, no Senhor, nem a mulher é independente do homem, nem o homem é independente da mulher. Pois, assim como a mulher veio do homem, assim também o homem nasce da mulher, mas tudo vem de Deus” (1 Cor 11:11-12)

Embora seja do agrado do Pai que a mulher sirva seu marido, esta relação deve sempre ser estabelecida pela verdade de que somos todos servos do Senhor. Servir ao marido não deve ser um peso para a mulher:

“Vós, mulheres, submetei-vos a vossos maridos, como ao Senhor; Mas, assim como a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres o sejam em tudo a seus maridos” (Ef 5:22,24)

A vontade de Deus é que a mulher sirva seu marido como se servisse a Cristo. O que rege nosso serviço e devoção a Cristo é o amor; desta forma também é o amor que deve reger a vontade da mulher servir seu marido.

Da mesma maneira ser “senhor” de sua mulher jamais deve ser motivo de opressão no casamento:

“Vós, maridos, amai a vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela, Assim devem os maridos amar a suas próprias mulheres, como a seus próprios corpos. Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo” (Ef 5:25,28)

Agora parem e analisem o peso deste mandamento...

O amor do marido para com sua esposa deve ser como o amor de Cristo para com Sua Igreja! Vocês conseguem imaginar Cristo maltratando, desprezando, ou abandonando Sua Igreja? Impossível!

Grande é nossa responsabilidade como maridos! Será que isso consegue nos motivar a buscar o melhor para nossas esposas a cada dia mais e mais?

Esposas, será que a grande responsabilidade que recai sobre o seu marido não consegue motivá-las a servirem ainda mais de coração aberto este que zela pelo seu bem estar com tamanha dedicação?

Este amor que nos rege é um amor dedicado e de renúncias. Renunciar a si mesmo em favor de seu cônjuge não é fardo, é força!

Que o amor de Cristo seja o alicerce do nosso casamento, para que reine sempre em nosso lar o respeito, a gratidão e a cumplicidade tão necessários à manutenção de qualquer relacionamento.

“Portanto deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e unir-se-á à sua mulher, e serão uma só carne” (Gn 2:24)
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